o delirante budha edu planchêz maçã silattian
cabe na algibeira do avental de mister frog,
pelas beiradas sigo poeta, não mais que poeta,
não mais que argola de ouro atada as patas
do corcel de mama
com o bisturi do vento corto a lona do circo
para que os palhaços e os anões voem
para os céus da pequena áfrica
lundu de madame ciata e pixinguinha
hoje mama faz cem anos
deitada cá nas almofadas recheadas com macela
e alecrim de rio
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