o mar, no mar rei...

nas cavidades do rio subterrano
que nasce abaixo do fundo oco do reino abissal...
e segundo as vozes do fogo mineral,
do fogo metálico,
as fronteiras das vertigens gemem nas sombras
do que não vemos,
e ver é fechar-se na cadeia de corais,
é reduzir a grão o sentimento dos peixes
escamas, eu estive em todas elas,
da garoupa ao robalo,
do tubarão-martelo ao peixe-gato

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